domingo, 31 de outubro de 2010
Deixa de ser enganador, bolinha de papel não fere nem causa dor
Prometi ao Keke que não iria expressar minha opinião política aqui no Náufragos, mas não resisti. Aí, maninho, se você ficar doído, se mexe e escreve um post explicando o porquê de votar nulo nesta eleição. Inté pra vcs.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Um tempo atrás...
...eu havia comentado que esperava voltar aqui para elogiar as escolhas da organização do FIB para a tenda alternativa. Pois bem, digamos que faltou ousadia. O Círculo, que já tocou em edições anteriores, está de volta e é o principal nome, junto com figuras conhecidas do público local, como Chirlei Dutra (e banda), Kessller (& banda), Allison Menezes & a Catrupia, Os Barcos... Acrescentem aí os DJ’s e Rio Vermelho, da qual desconheço o trabalho.
Não está ruim, mas poderia ser mais... ousado.
sábado, 31 de julho de 2010
Quadros Sócio Econômicos
Cá estamos, meu povo, curtindo a trilha sonora do Milton que usei para "dar clima" a esta apresentação criada no Power Point, transferida para o AquaSoft Slide Show e postada no You Tube. A paciência em aprender com tutoriais é uma benção dos Céus, vocês não acham?
Eu me achei nos meios de julho com uma pesquisa para o trabalho muito interessante, mas desorganizada e espalhada por 45 fichas de entrevista. Pensei o óbvio, "putz, eu podia jogar tudo em gráficos, ia ficar mais fácil de entender". Falar é fácil, quem disse que eu sabia fazer gráficos? Entrou a vontade de aprender, abri o programa, quebrei a cabeça, errei muitas vezes, peguei a manha e dominei a ciência. Quando eu falo, duvidam: para aprender basta precisar e correr atrás.
Em cima deste apanhado de informações sobre a micro área em que atuo será construído um planejamento de ações, em conjunto com a equipe de saúde do meu bairro, com base na identificação de problemas e necessidades da nossa comunidade.
Vocês já pararam para pensar o quanto um pouco de planejamento e reflexão faz falta na nossa vida? As pessoas, quando sabem o que querem, dificilmente traçam o caminho para chegar até lá, e passam a vida se lamentando por isso. Mas... deixa isso para lá, dar uma de livro de auto-ajuda está aquém dos meus talentos.
domingo, 18 de julho de 2010
Festival de Inverno Bahia: Mudança é a palavra de ordem
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Gilberto Gil no São João de Jequié
E lembrar de como o homem é bom [:)]
terça-feira, 29 de junho de 2010
O problemas dos pobres não é a chuva
O sol deita e a água rola
O sapo vomita espuma
Onde um boi pisa se atola
E a fartura esconde o saco
Que a fome pedia esmola”
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Ready... Go!
Olá pessoal!! Este é o meu debut post do blog ‘Náufragos no Sertão – A Pair of two Brothers’, blog nascido da insistência de minha irmã (a metade Yin – ou Yang – vocês escolhem) de escrever bobagens em conjunto com o escriba aqui, que atende vulgarmente por Keke. Por ora, maiores apresentações são dispensáveis, e logo mais minha partner comparecerá por aqui para dar (ui!) o ar de sua graça. Esperamos sinceramente que nossas bobagens (que irão versar sobre N coisas) sejam ao menos interessantes para quem nos dedicar um pouco de atenção.
Para dar o pontapé inicial (Copa do Mundo diz olá) ao blog, vou expressar minhas impressões acerca do livro ‘1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer’. Este calhamaço de 960 páginas veio para mim na forma de presente de Dia dos Namorados - talvez por eu sugerir repetidas vezes o que eu queria ganhar – e imediatamente roubou toda a minha concentração, tamanha a empolgação causada por esta bíblia musical. 1001 Discos... é fruto de um projeto extremamente ambicioso do jornalista e escritor Robert Dimery, que convocou uma legião de críticos musicais de vários cantos do globo (entre eles Michael Lydon, co-fundador da revista Rolling Stone), para parir uma seleção definitiva de 1001 álbuns fundamentais ao longo de 50 anos de música, de 1955 a 2005, ano em que foi lançado. De Frank Sinatra a The Klaxons, os personagens que definiram os caminhos da música ouvida pelo mundo, pelo menos na visão anglo-saxã, estão todos representados. Ou não, já que polêmicas inevitáveis cercam listas, seja lá de qual natureza elas sejam. Sempre haverá aquele que sentirá falta do seu amado artista que não foi lembrado, ou criticará a presença de um pereba que não merecia ser citado. Conflitos que considero extremamente naturais, levando-se em conta as particularidades do gosto musical de cada pessoa.
Ao folhear as páginas, surgem rock, jazz, blues, rap, country, MPB (sim, temos alguns representantes,e não só de MPB), entre outros estilos musicais. Essa linguagem musical poliglota é um dos fatores que tornam 1001 Discos... um livro essencial para quem gosta de musica. É maravilhoso adentrar pelas décadas (o livro segue uma ordem cronológica) e se deparar com pérolas como Pet Sounds, do Beach Boys, ou ser surpreendido com obras tão imprevisíveis como Tanto Tempo, de Bebel Gilberto, que se tornou o disco brasileiro mais vendido fora do Brasil. Ou ainda torcer o nariz para Life Thru a Lens, de Robbie Williams, considerado por muitos (incluo-me) como um baladeiro mela-cueca. É impossível não se deixar levar pelo ímpeto de correr atrás de álbuns que nunca escutamos, ou tirar a poeira daquele CD (ou Mp3) que não ouvíamos há anos, só pelo sabor nostálgico de se deparar com uma resenha enaltecedora de qualidades há muito não sentidas por nossos ouvidos. Como deseja Michael Lydon no prefácio: “Espero que, ao folhear estas páginas, se sinta inspirado para procurar e incluir em sua lista de favoritos muitos outros, que sem 1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer, você talvez nunca tivesse a possibilidade de conhecer”